Apesar de, para mim, esses quadrinhos terem se inspirado muito nos da Maitena, ainda prefiro a argentina. Não que as vinhetas de La Moderna (a autora) não sejam interessantes; a questão é que, enquanto Maitena traça um panorama de todas as aflições comuns às mulheres, a escritora madrilenha se contenta em narrar uma pequena autobiografia.
E, como protagonista de sua própria história, a autora não é um personagem que desperte muita empatia. Seu grande conflito é encontrar um homem que não seja cretino, mas para isso ela faz diversas concessões, age de modo bastante passivo - e aí até entendemos um pouco mais os homens que não a quiseram.
Os personagens masculinos são bastante estereotipados, de forma bastante óbvia, o que também diminui um pouco o interesse da obra. No entanto, em alguns perfis a autora acerta, nos quais é difícil não deixar escapar um risinho de concordância.
Na dúvida, fique com Maitena. E se não tiver, pode aceitar La Moderna.
E, como protagonista de sua própria história, a autora não é um personagem que desperte muita empatia. Seu grande conflito é encontrar um homem que não seja cretino, mas para isso ela faz diversas concessões, age de modo bastante passivo - e aí até entendemos um pouco mais os homens que não a quiseram.
Os personagens masculinos são bastante estereotipados, de forma bastante óbvia, o que também diminui um pouco o interesse da obra. No entanto, em alguns perfis a autora acerta, nos quais é difícil não deixar escapar um risinho de concordância.
Na dúvida, fique com Maitena. E se não tiver, pode aceitar La Moderna.
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