Este é o sétimo livro do meu desafio literário "Escritoras do mundo", no qual me propus a ler 1 autora de cada um dos países, a fim de tornar minha estante mais rica em culturas e, principalmente, menos machista. Assim como em "Americanah" (da nigeriana Chimamanda Adichie), "Precisamos de novos nomes" (da zimbabuense NoViolet Bulawayo) e "A primeira luz da manhã" (da indiana Thrity Umrigar), este é um livro sobre a imigração e a adaptação (ou não) a países desenvolvidos, que, em princípio, podem oferecer tudo a vítimas da guerra e da fome. No entanto, assim como nos 3 livros lidos anteriormente, a autora de "A mordida da manga" vem nos mostrar que a realidade não é tão reconfortante assim para os que buscam refúgio. (Um parênteses sobre a dificuldade que tenho para encontrar escritoras de diferentes nacionalidades em meio a um cânone já solidificado em torno dos homens. Por mais que sejam livros excelentes todos os citados, não...