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Segundo Eu me chamo Antônio (Pedro Gabriel)
Tudo o que o primeiro "Eu me chamo Antônio" tinha de bom, como os trocadilhos que lembravam quase a arte poética de um Mia Couto, se perde neste segundo volume. Nele há textos maiores exageradamente dramáticos e nenhuma graça nos poucos jogos de palavras curtos que restam. É dispensável.
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