Pular para o conteúdo principal

Dhoom 3 (filme de 2013)

The bad guy this time is played by Aamir Khan, one of the biggest stars to come out of Bollywood in the past twenty years. And, frankly, he steals the show. With little plot to actually go on, the movie relies on the performance of the actors. While Abhishek Bachchan delivers his Jai more stoic than ever and Ali is goofier than ever, even going as far as to admit that his brain is like a raisin (“Small, but sweet”, he says), our duo of heroes delivers little in the way of new elements to the movies. In fact, you’ll probably recognize the story or rather elements of it from other movies, in addition to the fact that the movie’s been shot in some of the same locations Christopher Nolan’s The Dark Knight was shot and borrows from that movie’s visuals occasionally.

Anyways, Aamir Khan. He steals the show. No questions. He portrays the villain of the story with enough smugness to make him a very badass character. There’s not much depth to him other than him being the orphaned child of a circus director with a grudge and insane skills. Funnily enough, as badass as he is, it’s not until the end-credits where he really gets to shine. Stellar performance right there. And you know who else outdoes themselves? The people who never get seen, the ones who don’t have big names. The ones who risk life and limb for our entertainment. The stuntmen.

In: http://www.uncanny.ch/2014/01/13/dhoom-3-that-time-zurich-was-in-chicago/


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Armandinho 1, 2 e 3 (Alexandre Beck)

O personagem de cabelo azul já ganhou apelidos que o aproximam dos famosos Calvin e Mafalda. No entanto, o toque brasileiro é que faz a diferença e aproxima Armandinho de seus leitores. O garotinho, que não gosta muito da escola, mostra que a sabedoria vai muito além dos bancos da sala de aula. Desde questões políticas específicas - do Brasil ou de Santa Catarina - até piadas simples sobre assuntos cotidianos, a força das suas tirinhas reside também na versatilidade. O ponto de vista infantil nos serve de guia nesses quadrinhos, nos quais os adultos aparecem sempre retratados sob o viés da criança. Para comprovar esse fato, basta observar o traço: assim como na clássica animação dos Muppets, apenas as pernas dos personagens mais velhos são desenhadas. Se a semelhança com Mafalda está no aspecto irreverente (e nos cabelos que são marca registrada), com Calvin o parentesco vai além: em muitas das tirinhas, Armandinho aparece com seu bicho de estimação (um sapo que, inclusi...

Livre (Cheryl Strayed)

O que me interessou neste livro, com capa de autoajuda ("Uma história de superação") foi apenas seu tema: uma viagem no estilo mochileira que se tornou tão famosa a ponto de virar filme neste ano, com Reese Witherspoon no papel principal. Iniciei a leitura por curiosidade, mas pronta para largar o livro no primeiro capítulo, caso ele se mostrasse uma história mal construída. No entanto, best sellers podem sim esconder um conteúdo maravilhoso, com uma trama bem articulada e enredo cativante. Assim que iniciei a leitura de "Livre", me senti presa à história, que vai muito além da descrição da longa caminhada pela Pacific Crest Trail.  A autora, antes de nos apresentar sua jornada, explica os motivos que a levaram a caminhar por três meses sozinha ao longo de florestas, campos, neve, desertos. A análise madura que faz de sua própria vida, focando o vazio que causou a perda de sua mãe, é comovente. Suas dificuldades imensas ao longo da trilha (uma mochila que mal ...

O debate (Guel Arraes e Jorge Furtado)

Escrito no calor do momento, é um livro com prazo de validade; seu grande clímax é deixar o leitor na expectativa de saber quem ganhará as eleições de 2022 (Lula ou Bolsonaro). Com uma tentativa de reproduzir o conteúdo na forma, a peça teatral contempla o debate dos dois protagonistas: um casal de jornalistas recém-divorciado, ambos progressistas, que discutem com ardor sobre os rumos das transmissões eleitorais televisivas. Apesar de um ou outro argumento bem elaborado, o texto é a reprodução de falas já muito marcadas em todas as discussões de bar, acrescentando pouco ou nada de mais profundo ao panorama atual. De certa forma, ainda bem que o texto ficou datado: é preciso abrir caminhos a novos diálogos e enterrar de vez os fantasmas de um passado miliciano.