Acompanho o trabalho de Gravatá há mais de uma década; quando tive a oportunidade de comprar este livro das mãos de seus autores, até ele se assustou com minha origem remota de fã. Mas não há como não apreciar o trabalho que André e Serena fazem: do resgate da poesia do cotidiano (de um Manoel de Barros) à poesia publicada como notícia (de um Bandeira) no Jornal das Miudezas. No meio disso tudo, os pássaros revoando um livro-calendário e ensinando a assoviar em coro.

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